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Sistemas alimentares na agenda climática: os apoios do Ibirapitanga para incidência na COP30

Sistemas alimentares
07.11.2025

A COP30 — Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 está às vésperas de acontecer e, para o campo de sistemas alimentares, esta edição representa uma das maiores janelas de avanço da interface com o debate climático. O momento de maiores possibilidades para esse diálogo é fruto da incidência da sociedade civil organizada em edições anteriores da COP e em outros espaços de atuação e cooperação internacional, o que gerou acúmulos também para uma diversidade de abordagens na relação entre clima e sistemas alimentares.

Entre essas diversas possibilidades de interface, o Ibirapitanga está atuando com apoios diretos voltados a quatro objetivos, definidos a partir da escuta ao campo e considerando as próprias prioridades da agenda na COP. Um dos objetivos se volta ao fortalecimento e qualificação da inserção de sistemas alimentares na agenda climática global, em perspectiva sistêmica, orientada a soluções justas e enraizadas nos territórios. Outro objetivo está em ampliar a representatividade e incidência de povos e comunidades tradicionais e da agricultura familiar local no debate climático global. Apresentar soluções justas e sustentáveis baseadas na agroecologia, em contraponto à interferência do agronegócio também se constitui enquanto sentido desses apoios. Por fim, mas não menos importante, os apoios se voltam a contribuir para disparar e catalisar a articulação política e as inovações sociais a partir das fricções entre o campo climático e alimentar.

Saiba mais sobre as organizações apoiadas pelo Ibirapitanga para incidência na COP30 e o que elas já estão fazendo.

Instituto Mapinguari 

Fundado em 2015 no Amapá, o Instituto Mapinguari tem como propósito a preservação da Amazônia, por meio do estabelecimento de relações justas e equitativas, com respeito à autonomia dos povos e seus conhecimentos tradicionais. A organização atua para promover o desenvolvimento socioambiental através de estratégias de proteção, pesquisa e educação ambiental. Conta com uma consistente inserção territorial junto a comunidades quilombolas e ribeirinhas, atuando em rede, com governança plural e equipe jovem majoritariamente feminina, negra e oriunda de comunidades tradicionais. Desde 2021, a organização tem atuado na incidência nos espaços de negociação globais em torno de sistemas alimentares e transição justa.

A organização conta com o apoio do Ibirapitanga para fortalecer sua atuação na agenda climática nacional e internacional, com foco na participação da sociedade civil amazônida e latino-americana na COP30. Por meio do apoio, a iniciativa organiza e coordena o Comitê COP30, uma articulação de mais de 90 organizações, que promove a integração regional na América Latina e a diplomacia da sociedade civil junto a embaixadas e representações internacionais. A iniciativa visa qualificar a presença da sociedade civil nas negociações climáticas, influenciar decisões e posicionamentos do Brasil e de países latino-americanos durante a Conferência, bem como assegurar que essas decisões considerem as realidades de comunidades quilombolas, ribeirinhas e tradicionais, com ênfase em justiça climática.

Recentemente, o Comitê COP30 lançou a campanha Nossa chance para adiar o fim do mundo, que inclui um guia prático de segurança para ativistas, um documento de recomendações ao governo federal para a Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC, na sigla em inglês) construído por organizações do comitê e um caderno de atividades para tornar mais simples e acessível a conexão entre os temas da agenda climática internacional e a vida cotidiana. O guia é voltado a trabalhadores da educação, coletivos, entre outros públicos.

No dia 20 de setembro, em celebração ao mês da Amazônia e como parte da programação da pré-COP30, o Instituto Mapinguari realizou o evento ATP apresenta: Vozes Amazônicas, que reuniu arte, pesquisa e diferentes saberes em um espaço de diálogo sobre desenvolvimento socioeconômico e estratégias para enfrentar a crise climática. O evento contou com a divulgação dos resultados da pesquisa de opinião “Vozes do Amapá: caminhos e perspectivas sobre o futuro ecônomico e ambiental do estado”; com um momento de escuta coletiva e incidência junto ao Balanço Ético Global; e com uma mobilização do público para a coleta de assinaturas em apoio à Virada Amazônia de Pé 2025.

O evento reuniu um público de 50 pessoas, majoritariamente jovens, negras e periféricas, favorecendo a pluralidade de vozes no debate sobre a Amazônia e a crise climática. As reflexões da atividade deram origem a um documento coletivo que foi submetido ao Balanço Ético Global. 

ANA Amazônia — Articulação de Agroecologia da Amazônia

A ANA Amazônia tem como missão promover a agroecologia como ferramenta de resistência e transformação social e econômica. A organização atua desde 2003 articulando e fortalecendo povos originários, comunidades tradicionais e agricultores familiares da Amazônia Legal na defesa de seus territórios, modos de vida e direitos coletivos, visando a sustentabilidade socioambiental, a justiça social, a soberania alimentar e a preservação da biodiversidade para as gerações presentes e futuras.

A ANA Amazônia conta com apoio do Ibirapitanga para o fortalecimento do Grupo de trabalho de sistemas alimentares saudáveis da Cúpula dos Povos rumo à COP30, iniciativa que reunirá mais de 500 organizações da sociedade civil global em Belém, entre 12 e 16 de novembro. Nesta iniciativa, a ANA Amazônia se volta a viabilizar a logística, alimentação e realização de feiras da sociobiodiversidade e de troca de sementes, além de um grande “banquetaço” como ato simbólico e político sobre a diversidade alimentar dos povos. Pela primeira vez, a alimentação na Cúpula dos Povos será oferecida integralmente por comunidades tradicionais, da reforma agrária e pela agricultura familiar, com alimentos agroecológicos e orgânicos.

Unindo diversas vozes e perspectivas, a Cúpula dos Povos Rumo à COP30 apresenta um manifesto com um conjunto de seis eixos e bandeiras de luta que buscam transformar a realidade e construir um futuro popular, explorando os desafios globais e as soluções que podem ser construídas coletivamente, valorizando a diversidade dos povos e a urgência de ação no presente. Os eixos são: (i) territórios e maretórios vivos, soberania popular e alimentar; (ii) reparação histórica, combate ao racismo ambiental, às falsas soluções e ao poder corporativo; (iii) transição justa, popular e inclusiva; (iv) contra as opressões, pela democracia e pelo internacionalismo dos povos; (v) cidades justas e periferias urbanas vivas; e (vi) feminismo popular e resistências das mulheres nos territórios.

Ainda no contexto da iniciativa, a ANA consolidou o Mapeamento Agroecologia, Território e Justiça Climática, levantando mais de 500 experiências de agroecologia que enfrentam as mudanças climáticas e têm desenvolvido diferentes estratégias por meio de práticas como o manejo e conservação do solo, a diversificação de sistemas produtivos, o plantio de árvores e reflorestamento e a compostagem. O mapeamento será apresentado em grandes encontros, como o 13º Congresso Brasileiro de Agroecologia, a Cúpula dos Povos rumo à COP 30 e o V Encontro Nacional de Agroecologia, posicionando a potência dos sistemas alimentares locais como resposta à crise climática.

Observatório do Marajó

Fundado em 2020, o Observatório do Marajó tem como missão o fortalecimento da luta pela garantia e efetivação dos direitos das comunidades tradicionais do Marajó. A organização atua na construção de ferramentas acessíveis e transformadoras de incidência e ação política que fortaleçam as lideranças locais e que posicionem suas agendas de bem viver e justiça socioambiental no centro das prioridades das políticas públicas da região.

O Observatório do Marajó conta com o apoio do Ibirapitanga para a iniciativa “Rotas do Marajó”, articulada para garantir que a agenda dos territórios tradicionais marajoaras esteja presente na COP30. O projeto reúne coletivos, organizações e instituições parceiras do Marajó, da Pan-Amazônia e de outras regiões, promovendo encontros preparatórios para definir estratégias, protocolos e posicionamentos conjuntos. A iniciativa busca fortalecer as lideranças e soluções marajoaras no debate climático nacional e internacional, estimular a implementação de novos sistemas agroflorestais — como soluções de adaptação climática — e defender compromissos concretos pela transição energética justa e pela proteção dos territórios tradicionais.

Em outubro, o Observatório do Marajó lançou um documento de incidência política contendo quatro pontos com demandas marajoaras para a COP30 em Belém, que reúne propostas coletivas que perpassam pelas vivências da população no Marajó. O documento foi construído a partir do trabalho de monitoramento que a organização realiza para pautar políticas públicas nos 17 municípios marajoaras e foi entregue às enviadas especiais da COP30 Janja Lula da Silva (Mulheres), Denise Dora (Direitos Humanos e Transição Justa) e Jurema Werneck (Igualdade Racial e Periferias).

A organização também realizou os encontros Caminhos do Marajó Rumo à COP30, momentos com lideranças, coletivos e organizações marajoaras para cocriar e alinhar agendas coletivas, pensando caminhos a serem trilhados até a Conferência em Belém.

Ainda no contexto da COP30, O Observatório do Marajó e o Instituto Mapinguari, mencionado anteriormente, estão organizando ações de artivismo da Marcha Mundial por Justiça Climática e da Tenda do Cuidado na Praça da República.

Rede Comuá

A Rede Comuá é uma articulação que reúne fundos temáticos, comunitários e fundações comunitárias que mobilizam recursos de diferentes origens para fortalecer grupos, coletivos e organizações da sociedade civil atuantes em justiça socioambiental, direitos humanos e desenvolvimento comunitário. A Rede tem como estratégia central apoiar financeiramente iniciativas lideradas por minorias políticas, contribuindo para a promoção de direitos e o fortalecimento da democracia brasileira. Ao integrar e potencializar a atuação conjunta de seus membros, a Comuá amplia a visibilidade e o impacto da filantropia para a justiça social no país.

A Rede Comuá conta com o apoio do Ibirapitanga para a implementação da Casa Sul Global, iniciativa que articula a incidência política, mobilização e produção de conhecimento sobre justiça climática na perspectiva do Sul Global, reunindo organizações, fundos comunitários e lideranças territoriais da América Latina, África e Sudeste Asiático na COP30. A Casa funciona como espaço físico e virtual de diálogo, com atividades formativas, rodas de debate, exposições e construção coletiva de posicionamentos sobre o financiamento direto a comunidades locais. A iniciativa estimula o fortalecimento de redes de filantropia comunitária, para gerar conhecimento aplicado e consolidar um modelo replicável de incidência internacional, ampliando a visibilidade e o protagonismo dos povos e territórios do Sul Global nas decisões climáticas globais.

Em junho, durante a London Climate Action Week, foi realizado um pré-lançamento d’A Casa Sul Global, reunindo representantes de fundos socioambientais do Sul Global e parceiros com tomadores de decisão e atores estratégicos da filantropia e do financiamento global e de financiamento climático. Em um café da manhã acolhedor, estratégico e orientado à cooperação internacional, a iniciativa promoveu um diálogo sobre a chegada de recursos financeiros de forma segura, direta e eficaz às comunidades que estão na linha de frente da proteção dos territórios e no cuidado com as pessoas e o clima.

Mais recentemente, em outubro, foi lançado o manifesto “Sul Global no centro: um manifesto por uma nova arquitetura de financiamento para clima, natureza e pessoas”, elaborado a partir de um processo coletivo de construção em sete etapas ao longo da Jornada COP30 — uma série de encontros preparatórios e formativos que antecedem a primeira edição d’A Casa Sul Global durante a COP30. O processo contou com a participação de membros das redes que compõem a Casa Sul — fundos socioambientais da Alianza Socioambiental Fondos del Sur, Rede Comuá, Rede de Fundos Comunitários da Amazônia e o movimento #ShiftThePower.

Construída coletivamente — por meio de uma metodologia que envolveu uma chamada de propostas e um Comitê Curatorial com representantes de diferentes regiões, idiomas e biomas — a programação d’A Casa reflete a diversidade do Sul Global e propõe debates enraizados em soluções de quem vive nos territórios.

Énóis

A Énois foi fundada há 16 anos no Capão Redondo, São Paulo (SP), a partir de um curso de jornalismo e se consolidou como uma escola e rede dedicada à formação e ao fortalecimento de comunicadores e coletivos de territórios populares. A organização atua para promover diversidade, equidade racial e territorial no jornalismo brasileiro, impulsionando práticas colaborativas e narrativas que expressem as realidades e o protagonismo das periferias.

Com o apoio do Ibirapitanga a organização se volta ao fortalecimento e à distribuição do Guia Prato Firmeza Amazônia, com o objetivo de consolidar a alimentação tradicional e periférica como pauta central do debate climático a partir das periferias brasileiras. O apoio viabiliza a distribuição de mais de 1.000 exemplares do guia em pontos de varejo popular, eventos culturais, gastronômicos, saraus, slams e projeções urbanas em Belém, Manaus e São Paulo, além da produção e disseminação de conteúdos autorais por coletivos periféricos, fortalecendo produtores, restaurantes e iniciativas locais de comunicação. A organização busca garantir que o guia funcione como ferramenta de mobilização, visibilidade e conexão entre territórios periféricos e o debate climático nacional e internacional, especialmente no contexto da COP30, ampliando o impacto e a sustentabilidade do projeto.

A mobilização da Énóis para a COP30 contou também com o Prato Firmeza Amazônia – Alimentação, Clima e Justiça Tributária, um programa de formação e financiamento de projetos transmídia voltado a comunicadores, artistas e ativistas da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Maranhão, Rondônia, Roraima e Tocantins). O programa combinou quatro encontros formativos online e apoio financeiro aos projetos selecionados, para a criação de dois produtos autorais em diálogo com os temas de alimentação, clima e justiça tributária, que fortaleçam vozes amazônidas. Outra ação da mesma iniciativa é a série de dois episódios de podcast Prato Firmeza Amazônia, onde Maickson Serrão conduz o público por uma imersão nos saberes e sabores que moldam a culinária amazônica. Os dois episódios estão disponíveis no Spotify do Prato Firmeza e contam histórias da comida ancestral amazônica como um caminho para sistemas alimentares mais justos e resilientes.

Instituto Comida do Amanhã

Fundado em 2016, o Instituto Comida do Amanhã é um Think Tank que apoia a transição para sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis para as pessoas e para o planeta, a partir das cidades. A organização atua de forma interdisciplinar e intersetorial para conscientizar e impactar indivíduos, instituições e tomadores de decisão, com dois objetivos específicos e interdependentes: promover uma mudança de comportamento e entendimento sobre a comida e seus impactos, e advogar por políticas públicas centradas no direito à alimentação adequada.

O Instituto Comida do Amanhã conta com o apoio do Ibirapitanga para o Food Roots and Routes Pavilion, um polo de debates de sistemas alimentares da sociedade civil organizada na Zona Azul— local onde ocorrem as negociações oficiais da Cúpula de Líderes e dos pavilhões nacionais —, promovendo visibilidade internacional para dialogar com governos e apresentar propostas e experiências da sociedade civil brasileira.

Reunindo diferentes vozes dedicadas a pautar a transição ecológica justa dos sistemas alimentares como parte da solução climática, o Food Roots and Routes Pavilion surge como um espaço de encontro e inspiração durante a conferência, com foco na visão, experiências, conhecimentos, proposições sistematizadas e contribuições do Sul Global.

Com uma curadoria colaborativa, o pavilhão reunirá em sua programação saberes tradicionais, ciência e inovação para fortalecer caminhos rumo a uma transição ecológica justa dos sistemas alimentares, de 10 a 21 novembro, na Zona Azul da COP30 em Belém do Pará.

IPSA – Aliança Internacional para a Padronização de Agrotóxicos 

A IPSA é uma iniciativa global dedicada ao fortalecimento de padrões internacionais para o uso de pesticidas, articulando ciência, sociedade civil e políticas públicas em torno de uma agenda comum: a criação de um marco regulatório internacional para agrotóxicos, com especial ênfase na eliminação dos altamente perigosos. Lançada oficialmente na Conferência da Água da ONU, em março de 2023, a IPSA nasceu de uma coalizão entre instituições acadêmicas, organizações da sociedade civil e governos do Sul Global que identificaram a lacuna crítica na governança internacional sobre pesticidas e os impactos dessa omissão para a saúde humana, os ecossistemas e a soberania alimentar.

A organização conta com apoio do Ibirapitanga para fortalecer sua atuação durante a COP30, em Belém do Pará, por meio de duas ações principais. Uma delas será uma intervenção simbólica para tornar visível o problema da baixa regulação de agrotóxicos com a exposição de um inflável de 15 metros de altura, no formato de uma embalagem de agrotóxico, instalado em um espaço público de alta visibilidade em Belém.
Além da intervenção, a IPSA organizou no dia 6 de novembro uma mesa-redonda sobre agrotóxicos, integrada à conferência “Cooperação Sul-Sul e Multilateralismo para a Segurança Hídrica, Alimentar e Climática”, no âmbito da COP30. A mesa reuniu especialistas, representantes de governos, parlamentares, juristas e organizações da sociedade civil, promovendo o diálogo multilateral e a construção de propostas concretas para avançar na regulamentação internacional de agrotóxicos.

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      Valor

      R$ 100.000,00

      Duração

      6 meses

      Ano

      2025
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      Valor

      R$ 100.000,00

      Duração

      6 meses

      Ano

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      Valor

      R$ 200.000,00

      Duração

      12 meses

      Ano

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      Valor

      R$ 100.000,00

      Duração

      12 meses

      Ano

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      Valor

      R$ 200.000,00

      Duração

      10 meses

      Ano

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      Valor

      R$ 200.000,00

      Duração

      10 meses

      Ano

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      Valor

      R$ 161.250,00

      Duração

      15 meses

      Ano

      2020
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      Sobre a doação

      Apoio à realização do Diálogo independente para a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, organizado pelo Instituto Comida do Amanhã, em parceria com o Instituto Fome Zero e com a curadoria de José Graziano da Silva. O diálogo convoca representantes da sociedade civil para endereçamento de propostas formais à construção da Cúpula, através de um mecanismo oficial que recolhe respostas propositivas centrais para os percursos dos sistemas alimentares sustentáveis até 2030. 

      Por meio do apoio, as organizações viabilizam uma reflexão sobre os atuais desafios de acesso universal à alimentação saudável e de garantia do direito à alimentação adequada no Brasil. 

      Valor

      R$ 54.560,00

      Duração

      1 mês

      Ano

      2021
    • Caminhos de futuro do Comida do Amanhã

      Sobre a doação

      Apoio para consolidação e ampliação do LUPPA — Laboratório urbano de políticas públicas alimentares, para as cidades brasileiras de até 1,5 milhões de habitantes, com ênfase na abordagem sistêmica da alimentação e da necessidade de políticas integradas e coerentes, por meio de plataforma de cooperação entre as cidades e mapeamento de programas municipais. O projeto busca viabilizar o desenvolvimento institucional do Comida do Amanhã, bem como a sustentabilidade e consolidação de suas atividades.

      Valor

      R$ 500.000,00

      Duração

      24 meses

      Ano

      2022
    • Ampliando o debate público e qualificando políticas públicas para cidades bem alimentadas

      Sobre a doação

      Apoio para a continuidade do programa Luppa – Laboratório urbano de políticas públicas alimentares, que engaja gestores públicos de 10 cidades por edição no desenvolvimento de políticas alimentares sistêmicas e sustentáveis. Por meio do apoio, o projeto prevê a divulgação de dados e informações para fortalecer a transição agroecológica e a soberania alimentar, contribuindo para a ampliação do debate público, nacional e internacional, sobre os sistemas alimentares urbanos. A iniciativa busca enriquecer o debate em torno da construção de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis, por meio de análise e sistematização dos desafios e soluções enfrentados pelas cidades brasileiras.

      Valor

      R$ 500.000,00

      Duração

      24 meses

      Ano

      2024
    • Caminhos de futuro do Comida do Amanhã

      Sobre a doação

      Renovação do apoio para consolidação e ampliação do LUPPA Laboratório urbano de políticas públicas alimentares, para as cidades brasileiras de até 1,5 milhões de habitantes, com ênfase na abordagem sistêmica da alimentação e da necessidade de políticas integradas e coerentes, por meio de plataforma de cooperação entre as cidades e mapeamento de programas municipais. O projeto espera viabilizar o desenvolvimento institucional do Comida do Amanhã, bem como a sustentabilidade e consolidação de suas atividades. Esse aditivo ao apoio foi viabilizado por meio de recursos do Itausa, repassados pelo Instituto Ibirapitanga.

      Valor

      R$ 500.000,00

      Duração

      24 meses

      Ano

      2024
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      Sobre a doação

      Apoio à estruturação inicial do INCT — Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, programa do governo federal voltado à formação de redes de pesquisa de excelência e à produção de conhecimento com impacto científico e social. O projeto em questão será dedicado ao estudo e à transformação do sistema agroalimentar brasileiro, enfrentando de forma integrada os desafios da fome, das mudanças climáticas, da perda de biodiversidade e das desigualdades no acesso à alimentação adequada. O apoio garantirá condições para que seu coordenador e equipe consolidem a agenda de pesquisa e iniciem as atividades.

      Valor

      R$ 100.000,00

      Duração

      6 meses

      Ano

      2025

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