
Por Manu Justo, gerente do programa Sistemas alimentares do Instituto Ibirapitanga
A atuação da sociedade civil organizada é a base do avanço da participação política no aprofundamento e consolidação de uma real democracia. Foi com esse entendimento que, em 2017, o Instituto Ibirapitanga decidiu apoiar a transformação dos sistemas alimentares no Brasil, em meio a um cenário de crise política que já se desenhava. A escolha não foi casual: a alimentação é central nas dimensões econômicas, sociais, culturais, ambientais e políticas da vida em sociedade.
Desde então, o programa Sistemas alimentares assumiu a tarefa de operar em uma agenda estrutural e multidimensional, que exige múltiplas estratégias, como produção de conhecimento, comunicação, articulação e incidência.
O reconhecimento de que a alimentação se configura como um setor político de grande relevância no país orienta a estratégia do Ibirapitanga.
Conheça um pouco dessa história a seguir.
Recolocando o enfrentamento à fome no centro
As iniciativas de atualização da abordagem à insegurança alimentar e nutricional foram fundamentais para a situação atual das políticas públicas em torno da questão alimentar como o lançamento do Vigisan — Inquérito nacional sobre insegurança alimentar no contexto da pandemia da covid-19 no Brasil, que gerou atenção nacional ao anunciar o retorno alarmante da fome no país, evidenciando o número de R$33 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave em 2022. Realizado pela Rede Penssan — Rede brasileira de pesquisa em soberania e segurança alimentar e nutricional, o processo da pesquisa ao relatório, bem como sua ampla disseminação na grande mídia, somente foi possível pela articulação e parceria entre seis organizações apoiadoras — uma expressão importante da força da sociedade civil brasileira. A insegurança alimentar também foi agenda central dos primeiros anos da Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis, iniciativa que contou com o apoio inicial do Ibirapitanga em 2021, articulada pelo Nupens/USP — Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde, que reuniu diferentes especialistas em alimentação para fomentar debates em torno do marco de 75 anos do livro Geografia da fome, culminando na publicação do livro “Da fome à fome — diálogos com Josué de Castro” editado pela Editora Elefante.
O programa Sistemas alimentares acompanhou também a emergência da inventividade e de parceria entre movimentos sociais do campo e da cidade, como o Mutirão contra Fome liderado pelo MPA — Movimento dos Pequenos Agricultores, que conectou iniciativas agroecológicas do campo a estratégias de doações de alimentos para favelas e periferias em diferentes cidades brasileiras. Processos como esse geraram conhecimento e acúmulo político para a incidência e participação ativa do movimento na criação do Plano Nacional de Abastecimento Alimentar, lançado em 2024. Da mesma forma, a consolidação das Cozinhas solidárias do MTST, que contou com apoio institucional do Ibirapitanga, e posterior ampliação em escala da iniciativa, que mostrou alta capacidade de captação de recursos e mobilização popular, contribuíram para que essa tecnologia social criada pela sociedade civil inspirasse o programa homônimo do governo federal publicado em 2023.
Escola como território de intersetorialidade
Somado à desestruturação das políticas, a pandemia da covid-19 e o fechamento de escolas gerou impacto significativo no PNAE – Programa nacional de alimentação escolar que passou a ser monitorado de forma ainda mais ativa pela sociedade civil brasileira. É nesse contexto que, em 2020, nasceu a iniciativa do ÓAÊ — Observatório da alimentação escolar, articulada entre organizações da alimentação e do campo da educação com o objetivo de acompanhar e garantir a execução da política. Em novo cenário político, já em 2023, essa experiência de incidência contribuiu de forma significativa para o aumento do valor per capita do programa. Contando com apoio institucional do Ibirapitanga ao longo dos anos, o ÓAÊ desenvolveu uma metodologia, junto com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, capaz de monitorar a execução do programa nacionalmente.
A qualificação do PNAE também tem sido alvo de iniciativa realizada pelo grupo de pesquisa e projeto de extensão da UFRJ, Culinafro — Alimentação e nutrição em afro perspectiva, que tem investigado formas de aprimorar a alimentação escolar quilombola no Brasil, utilizando como referência e aprofundando as diretrizes do Guia alimentar para a população brasileira no processo de elaboração do Guia prático da alimentação escolar quilombola. Em operação desde 2014, o grupo recebeu o primeiro apoio direto para execução de suas pesquisas por meio do Ibirapitanga, em processo de identificação da necessidade de incidir sobre lacunas históricas no fomento às pesquisadoras/es negras/es atuantes no campo da alimentação. No mesmo sentido, a recente criação da Aliança Científica Antirracista em 2024, que congrega pesquisadoras/es negras/os e indígenas no debate da alimentação, também tem sido fomentada pelo Ibirapitanga.
Efetividade das políticas — Do local ao nacional, do nacional ao local
Voltando o olhar para a construção de políticas públicas locais, o Ibirapitanga apoia desde a primeira edição a iniciativa Luppa – Laboratório urbano de políticas públicas alimentares, primeiro grande projeto realizado pelo Instituto Comida do Amanhã, que conquistou uma sólida adesão e interesse de municípios brasileiros. Após três edições bem sucedidas, o Luppa serviu como modelo para ampliação da implementação do Sisan — Sistema nacional de segurança alimentar e nutricional na estratégia Alimenta cidades, que alçou a atuação do Instituto Comida do Amanhã a um novo patamar, a partir do convite para implementação desta política pública em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.
Diversos fatores culturais, sociais, ambientais e econômicos incidem sobre as dimensões de acesso, escolhas e composição de dietas da população, demandando a atuação em torno de ambientes alimentares saudáveis, no sentido de facilitar o acesso a alimentos adequados e saudáveis, o que vem motivando a articulação de organizações em torno dessa agenda. A regulação dos ambientes alimentares escolares representa uma linha de avanços consistentes dentro dessa agenda, tendo como protagonistas organizações da sociedade civil na elaboração e aprovação de projetos de leis em municípios como Niterói e Rio de Janeiro, que limitam a venda de ultraprocessados em escolas. Em paralelo, ganha força a valorização do Guia Alimentar para a População Brasileira, consolidado como referência nacional e internacional para políticas públicas e guiando, literalmente, o decreto da nova cesta básica do país e a incidência estratégica na reforma tributária. A disseminação internacional e nacional do conceito de ultraprocessados demonstra como a integração de diferentes estratégias de atuação (pesquisa, campanhas, mobilização e incidência política) é capaz de transformar como se discute e atua sobre o Direito Humano à Alimentação Adequada.
Deslocando poderes: regulação e conflitos de interesses
Uma das linhas de apoio do Ibirapitanga tem como foco o fortalecimento de capacidades de organizações para participação e controle social, para estimular a criação de mecanismos que impeçam que a concentração de poder privado comprometa a democratização da governança dos sistemas alimentares.
Apesar de conquistas, ainda recentes, grandes setores produtivos, econômicos e políticos — que, no caso do agronegócio brasileiro, tem na bancada ruralista sua maior expressão — atuam fortemente na defesa de interesses privados na alimentação, muitas vezes conflitantes com a saúde coletiva da população. No Brasil e no mundo, a criação de mecanismos regulatórios voltados à prevenção de conflitos de interesse ainda é incipiente e enfrenta sérios desafios. A criação de iniciativas como o Observatório de conflitos de interesse em alimentação e nutrição, estimulada pelo Ibirapitanga, no sentido de preencher lacunas na produção de conhecimento e na elaboração de marcos referenciais, demonstram o compromisso da sociedade civil com uma governança justa, ética e participativa dos Sistemas alimentares.
Ao analisar essa face dos sistemas alimentares, o modelo de produção de commodities para exportação revela-se como braço forte do fomento à indústria alimentícia, com insumos diretos para a produção de produtos ultraprocessados. Este modelo, ao mesmo tempo, faz o Brasil o país campeão do uso de agrotóxicos no mundo. Assim, uma das agendas de maior incidência atual tem sido a proibição da pulverização aérea de agrotóxicos. Com organizações à frente da discussão como a Campanha permanente contra os agrotóxicos e pela vida, a agenda ganha tração pelo protocolo protagonizado pela Apib – Associação dos povos indígenas do Brasil, com apoio do Ibirapitanga, de Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão no Supremo Tribunal Federal com o objetivo de exigir a proibição da pulverização aérea de agrotóxicos em território nacional.
Nos últimos anos, o fortalecimento da Aliança pela alimentação adequada e saudável, que conta com apoio do Ibirapitanga desde 2018, e a mobilização ativa de suas organizações membro em torno da promulgação da nova rotulagem de alimentos fez tornar visível nos supermercados, a relevância da construção de apoios contínuos à sociedade civil brasileira para reforço e incidência para a garantia de direitos da população – ainda que, do lado privado, estejam grandes corporações da indústria alimentícia ativas em ações de captura política corporativa e lobby, aliados a uma parcela importante do agronegócio no país.
Dando continuidade ao ganho de capacidade nos esforços para regulação no campo alimentar, a atuação da Aliança pela alimentação adequada e saudável vem ao longo de quase três anos avançando no Brasil as discussões sobre a Reforma Tributária, em especial em torno da criação e definição das alíquotas do chamado imposto seletivo, voltado para produtos nocivos à saúde, como ultraprocessados, tabaco, álcool, bebidas açucaradas e apostas. A regulamentação dessa medida pode representar um instrumento fundamental para reduzir o consumo desses itens, fortalecer o SUS — Sistema Único de Saúde e contribuir para o meio ambiente, um horizonte que traz para a superfície de forma exemplar a multidimensionalidade da abordagem sistêmica da questão alimentar.
Entre desafios e conquistas: o caminho como resultado
A agenda dos sistemas alimentares no Brasil revela a necessidade de soluções sistêmicas, intersetoriais e integradas. É preciso reconhecer que, em processos de transformação política, o caminho importa tanto quanto o resultado. São as metodologias — de articulação, participação e produção coletiva — que definem a qualidade da mudança.
Ao longo de quase oito anos do Ibirapitanga, observamos que os avanços alcançados pela sociedade civil organizada em torno da questão alimentar são evidentes, apesar dos obstáculos conjunturais e estruturais.
“Não é impreciso afirmar que o lançamento de novas políticas públicas em torno da alimentação no Brasil foi viabilizado a partir de processos construídos cuidadosa e coletivamente ao longo destes (e de tantos outros anos anteriores), mantendo vivos os debates e vibrante a atuação da sociedade civil.”
A resiliência e a inventividade da sociedade civil têm sido determinantes para reposicionar a garantia do direito humano à alimentação como eixo central de um projeto democrático para o Brasil.
Sobre a doação
A partir de inquérito populacional com amostra nacional, realizado por meio de 2.050 entrevistas em domicílios urbanos e rurais, metodologia consagrada, o apoio está voltado à realização da pesquisa para gerar informações rápidas e confiáveis, sobre situações de insegurança alimentar no Brasil. Espera-se que esse conhecimento seja capaz de incidir sobre processos decisórios de administração pública e na capacidade de mobilização da sociedade civil organizada em torno da questão. Está voltado a responder à falta de dados atualizados que revelem a real dimensão da ocorrência de fome ou dificuldades no acesso aos alimentos, em especial, a partir da crise alimentar gerada pela pandemia de Covid-19.
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Sobre a doação
Apoio para a realização do II Inquérito sobre insegurança alimentar no contexto da covid-19 no Brasil. A pesquisa será realizada por meio de entrevistas domiciliares, com amostra representativa das macrorregiões brasileiras e suas respectivas áreas urbanas e rurais. O apoio prevê o fornecimento de dados atualizados sobre as condições de acesso a alimentos saudáveis e permitirá observar a evolução da insegurança alimentar e fome no Brasil, no contexto de pandemia, entre 2020 e 2021. Por meio do apoio, o segundo inquérito servirá de subsídio para o debate público em torno da insegurança alimentar no Brasil e de instrumento de pressão social para a formulação e implementação de políticas públicas de combate à fome e à miséria no país.
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Sobre a doação
Apoio voltado a estimular as relações entre pesquisadores/as da região Norte e dar visibilidade e reconhecimento a pesquisas na área de segurança alimentar e nutricional por meio da premiação Anna Peliano de Dissertações e Teses. Considerando o espaço de reconhecimento que a Rede PENSSAN alcançou nestes últimos anos, principalmente após a realização dos 1° e 2° VIGISAN, o apoio viabiliza a realização de encontro com 40 participantes, culminando na criação de uma rede de pesquisa para a região Norte com os pesquisadores participantes, contando com o apoio da Rede PENSSAN.
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Sobre a doação
Apoio para o fortalecimento institucional da Rede PENSSAN, com o objetivo de consolidar sua atuação em torno dos sistemas alimentares e das abordagens sistêmicas sobre alimentação e saúde. Por meio do apoio, a iniciativa busca aprimorar duas áreas estratégicas: (i) comunicação e (ii) sustentabilidade administrativo-financeira. Na comunicação, a Rede se volta a sistematizar a produção de conteúdo, reformular o site, ampliar o diálogo interno e externo e fortalecer sua presença pública. Já na área da sustentabilidade administrativo-financeira, o foco está na estruturação de uma gestão profissional e transparente, com desenvolvimento de estratégias de captação.
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Ano
Centro de referência na pesquisa sobre saúde alimentar, o Nupens, ligado à Faculdade de Saúde Pública da USP, reúne levantamentos sobre dietas, alimentos ultraprocessados, obesidade e condições alimentares. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira.
Sobre a doação
O projeto é voltado à profissionalização das áreas de gestão e comunicação do Nupens/USP. O núcleo propôs a classificação NOVA de alimentos e apoiou o Ministério da Saúde na elaboração e disseminação do Guia Alimentar para a População Brasileira. O apoio tem como objetivos difundir os dados de suas pesquisas no Brasil e no exterior por meio da imprensa e das mídias sociais, bem como obter maior incidência política quanto aos impactos de alimentos ultraprocessados na saúde.
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Sobre a doação
Apoio ao desenvolvimento e início da operação da Cátedra “Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis” na USP – Universidade de São Paulo, coordenada por Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O projeto da Cátedra busca criar um espaço de produção de conhecimento interdisciplinar, multidimensional e compartilhado com diversos atores para discutir as transformações dos sistemas alimentares no país a partir da interação entre as diversas dimensões da sustentabilidade – econômica, ecológica, da saúde humana, sociocultural e política.
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Apoio para elaboração e execução do plano de comunicação para condução de ações estratégicas do NUPENS nos próximos 24 meses. O apoio prevê consultoria de comunicação no período de três meses, para análise das necessidades e objetivos do núcleo, bem como, a criação de fluxos, estratégias e rotinas. O projeto inclui capacitação de pesquisadores para ampliar o entendimento sobre divulgação científica, como parte do processo de produção da ciência.
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Ano
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Apoio para renovação da operação da Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis na USP – Universidade de São Paulo, coordenada por Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. O projeto da Cátedra promove um espaço de produção de conhecimento interdisciplinar, multidimensional e compartilhado com diversos atores para discutir as transformações dos sistemas alimentares no país a partir da interação entre as diversas dimensões da sustentabilidade – econômica, ecológica, da saúde humana, sociocultural e política.
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Apoio à reestruturação da área de comunicação do Nupens, transformando-a em uma gerência e estabelecendo uma supervisão unificada de projetos, a partir da ampliação da equipe. O novo desenho da comunicação também tem o objetivo de diversificar os financiadores da área.
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Apoio voltado à sustentabilidade e à manutenção das atividades da Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis durante o segundo período de convênio (2023 a 2025). Por meio do apoio, a iniciativa busca consolidar e fortalecer o espaço de reflexão e produção de conhecimento sobre sistemas alimentares já construído, com o objetivo de avançar para além dos debates setoriais, propondo soluções complexas e integradas, com foco no consumidor como parte central do sistema. Com o apoio, a iniciativa pretende organizar suas atividades em três grandes eixos: (i) inventariar e incubar projetos, promover colaboração entre pesquisadores, definir agendas prioritárias e produzir evidências científicas que integrem múltiplas perspectivas para o aprimoramento dos sistemas alimentares no Brasil. (ii) capacitar estudantes, gestores e outros atores chave, além de promover debates e disseminar reflexões de diferentes segmentos da sociedade sobre os desafios e avanços no campo dos sistemas alimentares. (iii) engajar gestores públicos, organizações e ativistas em torno de uma agenda transformadora que promova o direito à alimentação saudável e sustentável. Esse apoio foi realizado em parceria com o Itaúsa.
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Apoio para fortalecer a Cátedra Josué de Castro de Sistemas Alimentares Saudáveis e Sustentáveis, sua produção de conhecimento interdisciplinar e a promoção de debates entre atores dos setores público, privado e da sociedade civil, incidindo sobre processos de tomada de decisão nas esferas pública e privada. Por meio do apoio, a iniciativa tem como resultado esperado: (i) produção e disseminação de estudos e policy briefs que fundamentem a análise multidimensional dos limites do sistema alimentar hegemônico; (ii) ampliação do diálogo entre academia, governo, movimentos sociais e setor empresarial em torno de uma agenda concreta de transição; (iii) fortalecimento da capacidade de incidência da Cátedra em políticas públicas, com atenção especial aos debates no âmbito da COP 30.
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O MPA – Movimento dos Pequenos Agricultores é um movimento camponês, de caráter nacional e popular, de massas, autônomo, de luta permanente, cuja base social é organizada em grupos de famílias nas comunidades camponesas. O MPA busca resgatar a identidade e a cultura camponesa na sua diversidade. Se coloca ao lado de outros movimentos populares do campo e da cidade para a construção de um projeto popular para o Brasil baseado na soberania e pelos valores de uma sociedade justa e fraterna.
Sobre a doação
Apoio para potencializar a produção agroecológica e coordenar ações de abastecimento popular de alimentos em meio à crise sanitária e econômica que o país enfrenta em função da pandemia de Covid-19. O apoio concentra ações em três eixos: (i) produção agroecológica e abastecimento popular; (ii) campanha nacional Mutirão contra Fome, voltada à doação de cestas básicas de alimentos da agricultura camponesa para famílias de baixa renda e em vulnerabilidade social; (iii) comunicação, com foco na difusão das ações do Movimento de Pequenos Agricultores, para ampliação de seu alcance e, principalmente, da Campanha Mutirão contra a Fome.
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Apoio voltado à continuidade das ações de fortalecimento das experiências territoriais de produção agroecológica e abastecimento popular, estimulando, através da cooperação e solidariedade, a relação campo-cidade, a organização social e a comunicação em torno da soberania alimentar. O projeto está organizado para atuar em cenário de transição para o período pós-pandemia, em dois eixos de ações: (i) experiências de organização social e produtiva baseadas na agroecologia, cooperação, protagonismo feminista e juvenil, agregação de valor e produção de cultura, comercialização em circuitos curtos e abastecimento popular; (ii) ações de comunicação com foco na divulgação das experiências agroecológicas potencializando seu alcance social em vistas de construir apoio para os sistemas alimentares baseadas na agricultura camponesa, agroecologia, cooperação e desenvolvimento territorial.
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Apoio para dar continuidade às ações de fortalecimento das experiências territoriais de produção agroecológica e abastecimento popular, estimulando por meio da cooperação e solidariedade a relação campo-cidade, a organização social e a comunicação em torno da força material e simbólica da soberania alimentar. Por meio do apoio, a iniciativa espera: (i) viabilizar a capacitação, acompanhamento e apoio financeiro aos quadros de base (ii) garantir a melhoria nos processos de produção agroecológica, avançar nos projetos de agroindústria e bioinsumos, expandindo as feiras e estratégias de circulação da produção camponesa; e (iii) fomentar formações em rede, com a realização do Curso em biopoder camponês, voltado às bases produtivas, onde se discutem e realizam práticas agroecológicas.
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O MPA está mobilizando a produção de alimentos em territórios que não foram atingidos com maior intensidade para abastecer as cozinhas solidárias. Além disso, a organização está participando da Missão Sementes de Solidariedade – da qual fazem parte também CPT — Comissão Pastoral da Terra, MAB — Movimento dos Atingidos e Atingidas por Barragens, Rede de Agroecologia Ecovida e outras 12 organizações e cooperativas camponesas. A Missão está voltada a garantir apoio à reconstrução e reestruturação produtiva dos camponeses e camponesas.
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Apoio anual estratégico à cozinha modelo em S. Bernardo do Campo, parte de um projeto nacional de constituição de cozinhas solidárias em áreas periféricas do Brasil. Além de manutenção de equipe e de estrutura, prevê aquisição de alimentos in natura e apoio à realização de pesquisa de avaliação de impacto em parceria com IEA/USP.
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A partir da experiência amplamente reconhecida das Cozinhas Solidárias, o MTST está produzindo e oferecendo refeições de qualidade para os afetados pelas enchentes em Porto Alegre e outras cidades atingidas no Rio Grande do Sul. Com a produção aproximada de 3.750 marmitas por dia, atualmente o movimento articula recursos para a reconstrução de sua cozinha da Azenha, em Porto Alegre. A iniciativa disponibiliza uma campanha de doação no site Apoie-se.
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Apoio para o fortalecimento do Observatório da Alimentação Escolar. Com foco na superação do subfinanciamento do PNAE, o projeto é voltado a proteger os mecanismos legais que favorecem as compras públicas da agricultura familiar e promover o monitoramento e exigibilidade do direito à alimentação escolar. O apoio prevê: (i) campanha permanente pelo aumento do per capita do PNAE; (ii) estratégia de monitoramento do PNAE, a partir da perspectiva do direito humano à alimentação e à nutrição adequadas; (iii) comunicação em defesa do PNAE.
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Apoio para o fortalecimento institucional da Fian e continuidade do apoio ao Observatório da Alimentação Escolar para proteção dos mecanismos legais que favorecem as compras públicas da agricultura familiar e o monitoramento da exigibilidade do direito à alimentação escolar. O apoio viabiliza: (i) maior visibilidade na sociedade sobre a importância do Pnae para a garantia do direito humano à alimentação e nutrição adequadas e maior engajamento em sua defesa; (ii) aumento do orçamento público destinado ao Pnae e defesa de suas diretrizes, por meio de estratégias de produção de conhecimento técnico, advocacy e comunicação; e (iii) proteção e fortalecimentos dos mecanismos de compras públicas da agricultura familiar, em especial o aumento da participação dos agricultores de menor porte, povos indígenas, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais.
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O apoio tem como objetivo contribuir para pesquisa do CulinAfro em andamento, que visa elaboração e publicação do Guia para a Alimentação Escolar Quilombola – material técnico voltado a subsidiar desenvolvimento de instrumentos e de estratégias para a implementação do PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar na modalidade quilombola. O processo de pesquisa parte de revisão documental, mapeamento das comunidades e escolas quilombolas, realização do 1º Encontro Nacional da Alimentação Escolar Quilombola, e segue com processos imersivos em comunidades quilombolas, com método que considera como elementos estruturantes a participação, o diálogo e o conhecimento ancestral sobre alimentação.
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Apoio para o fortalecimento institucional da Culinafro e ampliação de sua estrutura para os próximos anos. A doação prevê a disseminação do Guia para a alimentação escolar quilombola, por meio do fortalecimento do Pnae — Programa nacional de alimentação escolar em comunidades quilombolas, ampliando o conhecimento dessas comunidades em torno de suas legislações, com o objetivo de influenciar políticas públicas para a adaptação da alimentação escolar à cultura quilombola. As atividades incluem: (i) encontros remotos e presenciais com o Conaq; (ii) encontro presencial com o FNDE e (iii) participação em encontros regionais dos Cecanes – Centros colaboradores em alimentação e nutrição escolar.
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Apoio para o projeto de diagnóstico dos sistemas agrícolas tradicionais em três territórios quilombolas ao longo de 12 meses, com o objetivo de apoiar o movimento quilombola na promoção de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis. Por meio do apoio, a iniciativa visa criar uma rede de pesquisadores negros, quilombolas e indígenas para formar uma aliança antirracista que contribua para as etapas do projeto. Serão desenvolvidas metodologias participativas com uma abordagem decolonial, valorizando saberes e práticas ancestrais. O projeto incluirá oficinas de formação nas comunidades e debates com pesquisadores quilombolas, resultando na publicação de artigos e notas técnicas sobre a importância da agricultura quilombola para a saúde, alimentação e justiça climática.
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Ano
O Instituto Comida do Amanhã é um think tank sem fins lucrativos, institucionalmente independente e apartidário, que apoia a transição para sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis, inclusivos e empoderadores, biodiversos e culturalmente integrados.
Sobre a doação
Apoio à criação do LU.PPA – Lab urbano de políticas públicas alimentares, uma plataforma de intercâmbio de conhecimento e estímulo de ações colaborativas para a construção de sistemas alimentares saudáveis, sustentáveis, resilientes e promotores de justiça social. O LU.PPA está voltado especificamente à incidência em políticas alimentares no âmbito de municípios de médio porte, que sejam integradas, participativas e com abordagem sistêmica.
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Apoio à realização do Diálogo independente para a Cúpula de Sistemas Alimentares da ONU, organizado pelo Instituto Comida do Amanhã, em parceria com o Instituto Fome Zero e com a curadoria de José Graziano da Silva. O diálogo convoca representantes da sociedade civil para endereçamento de propostas formais à construção da Cúpula, através de um mecanismo oficial que recolhe respostas propositivas centrais para os percursos dos sistemas alimentares sustentáveis até 2030.
Por meio do apoio, as organizações viabilizam uma reflexão sobre os atuais desafios de acesso universal à alimentação saudável e de garantia do direito à alimentação adequada no Brasil.
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Ano
Sobre a doação
Apoio para consolidação e ampliação do LUPPA — Laboratório urbano de políticas públicas alimentares, para as cidades brasileiras de até 1,5 milhões de habitantes, com ênfase na abordagem sistêmica da alimentação e da necessidade de políticas integradas e coerentes, por meio de plataforma de cooperação entre as cidades e mapeamento de programas municipais. O projeto busca viabilizar o desenvolvimento institucional do Comida do Amanhã, bem como a sustentabilidade e consolidação de suas atividades.
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Ano
Sobre a doação
Apoio para a continuidade do programa Luppa – Laboratório urbano de políticas públicas alimentares, que engaja gestores públicos de 10 cidades por edição no desenvolvimento de políticas alimentares sistêmicas e sustentáveis. Por meio do apoio, o projeto prevê a divulgação de dados e informações para fortalecer a transição agroecológica e a soberania alimentar, contribuindo para a ampliação do debate público, nacional e internacional, sobre os sistemas alimentares urbanos. A iniciativa busca enriquecer o debate em torno da construção de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis, por meio de análise e sistematização dos desafios e soluções enfrentados pelas cidades brasileiras.
Valor
Duração
Ano
Sobre a doação
Renovação do apoio para consolidação e ampliação do LUPPA — Laboratório urbano de políticas públicas alimentares, para as cidades brasileiras de até 1,5 milhões de habitantes, com ênfase na abordagem sistêmica da alimentação e da necessidade de políticas integradas e coerentes, por meio de plataforma de cooperação entre as cidades e mapeamento de programas municipais. O projeto espera viabilizar o desenvolvimento institucional do Comida do Amanhã, bem como a sustentabilidade e consolidação de suas atividades. Esse aditivo ao apoio foi viabilizado por meio de recursos do Itausa, repassados pelo Instituto Ibirapitanga.
Valor
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Ano
Sobre a doação
Apoio à estruturação inicial do INCT — Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia, programa do governo federal voltado à formação de redes de pesquisa de excelência e à produção de conhecimento com impacto científico e social. O projeto em questão será dedicado ao estudo e à transformação do sistema agroalimentar brasileiro, enfrentando de forma integrada os desafios da fome, das mudanças climáticas, da perda de biodiversidade e das desigualdades no acesso à alimentação adequada. O apoio garantirá condições para que seu coordenador e equipe consolidem a agenda de pesquisa e iniciem as atividades.
Valor
Duração
Ano
A Abrasco atua como mecanismo de apoio e articulação entre os centros de treinamento, ensino e pesquisa em Saúde coletiva para fortalecimento mútuo das entidades associadas, ampliação do diálogo com a comunidade técnico-científica e desta com os serviços de saúde, as organizações governamentais, não governamentais e a sociedade civil.
Sobre a doação
Apoio para iniciativa de pesquisa-ação a partir de três eixos: (i) produção de documentos técnicos que subsidiem tomadas de decisão na conjuntura político-regulatória brasileira em torno dos agrotóxicos; (ii) realização de pesquisas sobre os impactos socioeconômicos do uso de agrotóxicos no Brasil relacionados à estimativa da desoneração fiscal e à revisão de dados de externalidades negativas associadas à saúde e (iii) análise de conjuntura, necessidades e perspectivas de atuação estratégica no tema dos sistemas agroalimentares, com destaque para agrotóxicos e agroecologia, para os próximos cinco anos (agenda 2020 – 2024).
Valor
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Ano
Sobre a doação
Apoio para reestruturação de processos e ações de fortalecimento institucional e sustentabilidade da Abrasco como principal organização política e científica no campo da Saúde coletiva no Brasil. O projeto inclui campanhas de apresentação, revisão das ferramentas de comunicação, reestruturação de processos internos de gestão de dados, aprimoramento da segurança da informação e mapeamento de recursos internos com desenvolvimento e otimização de pessoas e funções.
Valor
Duração
Ano
Sobre a doação
Apoio para reestruturação de processos e ações de fortalecimento institucional e sustentabilidade da Abrasco como principal organização política e científica no campo da Saúde coletiva no Brasil. O projeto está estruturado em dois eixos: (i) qualificar a gestão da entidade, com investimento em sua infraestrutura física e gestão interna; (ii) desenvolver metodologia de práticas educativas direcionadas a graduandos de nutrição de universidades públicas, com foco na problematização do enfoque biologicista sobre alimentação e na apresentação de abordagens que ofereçam elementos para a ressignificação da comida, com base na pluralidade de vivências dos participantes, apontando perspectivas ampliadas para o cuidado alimentar e nutricional na ação dos profissionais de saúde.
Valor
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Ano
Sobre a doação
Apoio voltado à implementação do OBCIAN — Observatório Brasileiro de Conflito de Interesses em Alimentação e Nutrição e à realização de atividades em suas linhas de ação transversalizadas pela articulação com outros atores da agenda de conflitos de interesses em políticas públicas, de forma a contribuir para a convergência entre as áreas. Por meio do apoio, a iniciativa prevê: (i) produção de conhecimento e definição de agenda prioritária de pesquisa sobre determinantes comerciais da saúde e iniciativas para sua prevenção, mitigação e gerenciamento na alimentação e nutrição; (ii) formação em determinantes comerciais de saúde e conflitos de interesses; (iii) apoio a ações de advocacy.
Valor
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Ano
Sobre a doação
Renovação de apoio para reestruturação de processos e ações de fortalecimento institucional e sustentabilidade da Abrasco como principal organização política e científica no campo da saúde coletiva no Brasil. O projeto está estruturado em dois eixos: (i) qualificar a gestão da entidade, com investimento em sua infraestrutura física e gestão interna; e (ii) desenvolver metodologia de práticas educativas direcionadas a graduandos de nutrição de universidades públicas, com foco na problematização do enfoque biologicista sobre alimentação e na apresentação de abordagens que ofereçam elementos para a ressignificação da comida, com base na pluralidade de vivências dos participantes, apontando perspectivas ampliadas para o cuidado alimentar e nutricional na ação dos profissionais de saúde.
Valor
Duração
Ano
Sobre a doação
Apoio institucional para fortalecer o protagonismo dos povos indígenas na elaboração de incidência política contra o uso indiscriminado de agrotóxicos em seus territórios. A iniciativa atua em diálogo com as entidades de saúde e do sistema de justiça, bem como organizações de direitos humanos que articulam medidas contra os agrotóxicos. O apoio vai viabilizar: (i) escuta com indígenas que sofrem com envenenamento, articulando com entidades de saúde; (ii) acompanhamento legislativo sobre os PLs de agrotóxicos; (iii) acompanhamento jurídico na pauta do STF sobre ações que proíbam a pulverização aérea de agrotóxicos no entorno de terras indígenas;
Valor
Duração
Ano
Desde 2014, a ACT trabalha em defesa de políticas públicas e definições legais que evitem Doenças Crônicas Não Transmissíveis, o que engloba a promoção da alimentação saudável, das atividades físicas e o controle ao uso abusivo do álcool, do tabagismo e dos alimentos ultraprocessados.
Sobre a doação
Apoio voltado ao fortalecimento institucional da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, movimento formado por 150 membros e 40 organizações da sociedade civil, profissionais, associações e movimentos sociais que, por meio de ações coletivas, trabalham para o avanço de políticas públicas de segurança alimentar, nutricional e pela soberania alimentar no Brasil como forma de garantir o direito humano à alimentação adequada. O projeto busca fortalecer as ações de advocacy, políticas públicas e comunicação, ampliar a capilaridade da Aliança em outros estados e municípios e fortalecer organizações que atuem com agroecologia e agricultura familiar.
Valor
Duração
Ano
Sobre a doação
Apoio ao aprimoramento da capacidade de advocacy da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, especialmente no âmbito local, e fortalecimento da sua gestão participativa. Com este apoio a Aliança busca garantir a viabilidade de funcionamento de suas instâncias de tomada de decisão, realizar um programa de fortalecimento de habilidades interpessoais para o trabalho em rede, desenvolver e ofertar capacitações em advocacy no nível local, entre outras ações.
Valor
Duração
Ano
Sobre a doação
Apoio para o fortalecimento da gestão participativa, expansão e aprimoramento da incidência política da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável. Por meio do apoio, a iniciativa tem como objetivo: (i) garantir a viabilidade de realização das instâncias coletivas de tomada de decisão da Aliança; (ii) garantir apoio financeiro, administrativo e técnico-político a projetos protagonizados pelos núcleos locais e grupos temáticos da Aliança; (iii) garantir a manutenção do site e da transmissão de eventos virtuais da Aliança para comunicação com o público em geral.
Valor
Duração
Ano
Sobre a doação
Apoio voltado ao fortalecimento da atuação da Aliança como um importante coletivo para a defesa do Direito humano à alimentação adequada e na promoção de políticas públicas de alimentação saudável e regulação. O apoio permitirá a manutenção da secretaria executiva e da comunicação institucional, garantindo a continuidade das ações de advocacia, além do desenvolvimento de projetos temáticos que qualifiquem a atuação de núcleos locais e grupos temáticos. O objetivo é consolidar a Aliança como referência em políticas públicas alinhadas às suas pautas, ampliando o impacto de suas ações em diferentes agendas e níveis.
Valor
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Ano