
Em uma região crucial para o clima global, o Brasil ocupa uma posição de destaque no debate internacional com a realização da COP30, que representa uma oportunidade histórica para o país liderar a centralização da agenda de transformação dos sistemas alimentares. Essa liderança é fundamental para enfrentar de forma integrada a crise climática, a insegurança alimentar e a perda de biodiversidade, desafios que se entrelaçam e exigem soluções estruturais, baseadas em justiça social e ambiental.
Nesse contexto de alta relevância geopolítica, destaca-se o protagonismo da sociedade civil brasileira na defesa do direito humano à alimentação adequada e saudável e na incidência por políticas públicas transversais que também fortaleçam lideranças e organizações negras, indígenas e quilombolas. Essas vozes, historicamente silenciadas, são centrais para conectar o debate alimentar à justiça climática — reconhecendo que a crise do clima é também uma crise de desigualdade racial e territorial.
Abarcando algumas dessas agendas protagonizadas pela sociedade civil, duas alianças se destacam na incidência em torno da COP30.
A Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável se consolida como um coletivo estratégico na agenda de garantia desse direito humano. Formada por 150 membros e 40 organizações da sociedade civil, a Aliança desenvolve ações conjuntas voltadas à segurança e à soberania alimentar, ao fortalecimento da agroecologia e ao apoio à agricultura familiar — pilares de um modelo alimentar e climático justo.
O apoio do Instituto Ibirapitanga à organização contribui diretamente para o fortalecimento institucional da Aliança, aprimorando sua capacidade de advocacy, garantindo a continuidade de suas ações e consolidando-a como referência na formulação e defesa de políticas públicas alinhadas às suas pautas.
A Aliança Científica Antirracista reúne pesquisadores negros, quilombolas, indígenas e membros de povos e comunidades tradicionais, focados no fortalecimento dos sistemas agrícolas e alimentares tradicionais. Adota abordagens interdisciplinares construídas coletivamente, baseadas em uma perspectiva decolonial e contracolonial do conhecimento.
Com apoio situado na estratégia do Ibirapitanga voltada à valorização dos saberes tradicionais e à incidência política de povos e comunidades que sustentam modos de vida mais harmônicos com o meio ambiente, a Aliança Científica Antirracista conecta ciência e saberes ancestrais negros e indígenas à agenda global do clima e da alimentação.
O Ibirapitanga conversou com Fran Paula, da a Aliança Científica Antirracista, e com Glenn Massakazu Makuta, do núcleo gestor da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, sobre como as leituras a partir das perspectivas de raça e etnia e do direito à alimentação adequada e saudável são fundamentais para viabilizar as transições alimentares e climáticas que o mundo discute na COP 30.
Instituto Ibirapitanga: A transformação dos sistemas alimentares é parte fundamental nas soluções para a crise climática global. No entanto, seu potencial ainda é pouco explorado. Considerando as agendas que a rede mobiliza, quais são os principais nexos entre sistemas alimentares e mudanças climáticas que devem ser priorizados para avançar o debate e a implementação de estratégias integradas?
Glenn Massakazu Makuta: Não é possível separar o clima da alimentação já que eles são interdependentes e se influenciam mutuamente. Para o debate se amplificar e ganhar apelo popular, a sensibilização generalizada ao tema é possivelmente o maior desafio que temos para promover mudanças estruturais, profundas e definitivas em direção a um modelo econômico adequado aos limites impostos pela natureza. A complexidade do tema acaba limitando a participação do debate a técnicos e especialistas, sendo que deveria ser da conta de todos, do cidadão comum aos tomadores de decisão.
A crise climática é apenas a reação ao desrespeito continuado a tal limite, a partir da lógica econômica do crescimento infinito. E agora, diante de fatos inegáveis de como este modelo nos leva em ritmo cada vez mais acelerado à devassa total da natureza e a inviabilização da vida, o mercado busca mais uma vez soluções que promovam mais uma modernização conservadora ao fazer crer que as ações de responsabilidade social e ambiental que contam com recursos ínfimos, sejam suficientes para compensar toda a destruição pesadamente financiada por empresas e governos.
Rever a matriz agrícola hegemônica e focar a produção de alimentos baseada na agroecologia, ao mesmo tempo em que se implementem medidas regulatórias que limitem práticas nocivas à saúde e ao meio ambiente, são cruciais para a transição justa.
Fran Paula: Sem dúvida, é impossível pensar em mudanças ou em uma transição ecológica justa sem considerar a transformação dos sistemas alimentares no Brasil e no mundo. Nesse sentido, a Aliança Científica Antirracista se posiciona a partir da pesquisa e da produção de conhecimento enraizada nos sistemas alimentares, nos territórios e nas experiências de comunidades tradicionais, povos indígenas e quilombolas.
Temos um eixo de atuação voltado à valorização e ao diagnóstico das contribuições dos sistemas de agricultura e alimentação tradicional e saudável, compreendendo que o manejo da agricultura nesses territórios, conduzido por populações indígenas e quilombolas, nos ensina e revela soluções já existentes que articulam alimentação saudável, culturas alimentares e questões climáticas e ambientais.
A Aliança estruturou um “quilombo” — um eixo de trabalho — dedicado à valorização, ao diagnóstico e à produção de conhecimento sobre esses sistemas agrícolas e alimentares tradicionais, entendendo que são sistemas centenários, adaptados às transformações ambientais e climáticas que o planeta vem enfrentando nas últimas décadas. Essa trajetória demonstra a capacidade de inovação e o desenvolvimento tecnológico desses territórios na manutenção de práticas sustentáveis diante das ameaças das mudanças climáticas.
Esses sistemas representam, portanto, apostas concretas para o futuro: pensar a partir das iniciativas locais desses territórios permite inspirar e dinamizar ações em escala global. A partir das percepções científicas, técnicas e ancestrais de povos e comunidades tradicionais, de populações afrodescendentes no Brasil, na América Latina e no Sul Global, bem como de povos indígenas, a Aliança propõe uma visão integrada e antirracista das soluções para o clima e a alimentação.
Nosso trabalho se estrutura em torno desse debate também no contexto da COP 30, entendendo-a como um espaço estratégico para evidenciar soluções já existentes gestadas por comunidades tradicionais e populações historicamente conectadas de forma intrínseca à natureza.
Instituto Ibirapitanga: Quais oportunidades e desafios vocês identificam nesse momento de maior destaque para a questão alimentar no contexto do debate climático da COP30?
Glenn Massakazu Makuta: Ainda que com enorme alcance, as COPs de forma geral acabam se restringindo aos campos diretamente relacionados, havendo relativamente pouca sensibilização de outros campos. No entanto, se oportuniza tratar do tema do clima e buscar relacionar com o cotidiano dos cidadãos e também de se divulgar o que está em jogo, porque as negociações que ali ocorrem são relevantes. É também crucial manter expectativas realistas, já que a COP é um espaço multiatores, que envolve muitos interesses comerciais, e que não tem a pretensão de resolver todos os problemas relacionados ao clima.
De toda forma há oportunidades que emergem pelo fato do nosso país sediar a conferência, em que se tem um impulsionamento por parte do poder executivo, principalmente do MDS e MDA, para avançar em políticas necessárias para agricultura e alimentação adaptadas ao clima, promovendo a agroecologia, a sociobiodiversidade e a segurança alimentar e nutricional. Ao mesmo tempo, o Brasil tem a oportunidade de mostrar ao mundo políticas exitosas nestes campos, que servem de referência ao mundo para a superação da fome e pobreza e a promoção da agroecologia. Afinal tratar de clima é muito mais do que falar da métrica de carbonos, mas mostrar que a alimentação e agricultura tem grande relevância e que as boas práticas produtivas são capazes de promover sociobiodiversidade, renda, restaurar vida no solo, independência de insumos petroquímicos e sintéticos, recuperar corpos hídricos, gerar renda, fixar a população rural, dentre tantos outros aspectos que tornam territórios resilientes à intensificação dos eventos climáticos extremos cada vez mais frequentes.
Fran Paula: A nossa percepção e avaliação é que a pauta dos sistemas alimentares ainda é tratada de forma muito superficial na agenda da COP30. Inclusive, se olharmos os documentos produzidos pela presidência brasileira da COP, ainda há necessidade de aprofundar e fortalecer o debate sobre sistemas alimentares saudáveis, sobretudo a partir do que a Aliança trabalha: os sistemas agrícolas e alimentares baseados na agricultura tradicional, de povos e comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas.
Ainda há um tratamento muito superficial e uma omissão significativa nos documentos e nas propostas apresentadas pelo governo brasileiro em relação a esses sistemas alimentares e a essas populações.
Acreditamos, portanto, que a COP também seja um momento para apontar essas contradições na construção de agendas ambientais dissociadas das pautas da alimentação, da agricultura tradicional e dos territórios, principalmente quando pensamos nas populações que mais contribuem para a conservação ambiental e para o manejo sustentável dos agroecossistemas e biomas brasileiros — os povos e comunidades tradicionais, as populações quilombolas e indígenas.
Nossa expectativa na COP30 é fortalecer as narrativas, compartilhar dados e informações que tragam mais evidências sobre essa contribuição e sobre a importância de olhar para os sistemas de agricultura e alimentação tradicionais, quilombolas e indígenas.
Instituto Ibirapitanga: Nos dois dias temáticos da COP30 relacionados a sistemas alimentares — 19 e 20 de novembro — serão abordados especificamente: (i) agricultura; (ii) sistemas alimentares e segurança alimentar; e (iii) pesca e agricultura familiar. Fran, você pode nos contar como se dará a estratégia de atuação da Aliança Científica Antirracista, levando em conta essas abordagens?
Fran Paula: Bom, respondendo à pergunta sobre a nossa atuação durante o debate sobre os sistemas alimentares que vai acontecer nos dias 19 e 20 da COP, a Aliança se organizou para fazer uma incidência mais política. Pretendemos lançar o nosso manifesto pelos sistemas de agricultura e alimentação tradicional, convocando toda a sociedade brasileira, os governos e os órgãos institucionais de diferentes países para reconhecer a importância da valorização desses sistemas — não só no Brasil, mas no mundo.
Esses sistemas são adaptados, carregam culturas e identidades territoriais de povos que mantêm uma relação de biointeração com o meio ambiente e que têm produzido resultados ecossistêmicos já comprovados em diversas pesquisas, nacionais e internacionais, sobre o potencial de manejo ecológico e ancestral desses modos de vida. São formas de convivência harmoniosa com a natureza, que expressam cultura e identidade.
O manifesto pretende trazer anúncios e propostas para o fortalecimento dos territórios indígenas e quilombolas no Brasil, com esse olhar voltado aos sistemas de agricultura e alimentação, apresentando também soluções para desafios globais, como as desigualdades socioambientais, o racismo ambiental, a insegurança alimentar e nutricional e a fome.
Esses sistemas de agricultura e alimentação tradicionais são saudáveis, sustentáveis e justos — e, por serem centenários, já demonstram na prática sua sustentabilidade. Por isso, precisam ser potencializados, incluídos em políticas públicas e reconhecidos como parte essencial da agenda de transição ecológica que o mundo se propõe a discutir durante a COP30.
Instituto Ibirapitanga: Glenn, por favor, nos conte também como vocês, na Aliança pela alimentação adequada e saudável, estão conectando as agendas de saúde e alimentação às prioridades estabelecidas para essa conferência.
Glenn Massakazu Makuta: Essa abordagem temática destaca aspectos-chave que evidenciam a necessidade de se considerar a interseccionalidade e a intersetorialidade do clima — assim como da alimentação. Além de tratar de agricultura, sistemas alimentares, segurança alimentar, pesca e agricultura familiar, o documento também aborda temas como mulheres e gênero, afrodescendentes e turismo. Por outro lado, deixa de relacionar outros pontos cruciais, como bioeconomia, biodiversidade, florestas, povos indígenas, direitos humanos, cultura, educação, saúde, água, resíduos e cidades.
A Aliança pela alimentação adequada e saudável vem justamente realizando um esforço de revisão documental para compreender melhor as correlações entre clima, alimentação e saúde, entendendo essa tríade como essencial para tratar da transição climática justa. Essa definição conceitual é fundamental, uma vez que a disputa de narrativas é intensa e muitos termos e ideias são capturados por setores corporativos com conflitos de interesse, que interferem, enfraquecem e distorcem políticas públicas para favorecer aqueles que visam maximizar lucros por meio da espoliação da natureza e dos bens comuns — em detrimento do direito humano à alimentação adequada, da soberania e da segurança alimentar e nutricional e, por fim, da própria transição justa.
Instituto Ibirapitanga: Como a experiência de estabelecer alianças enquanto estratégia do tipo de rede que vocês mobilizam pode ser um ativo, no contexto de conferências, como é o caso da COP? E como a participação nesses ambientes pode retroalimentar a atuação da própria aliança, especialmente na agenda de alimentação e mudanças climáticas?
Glenn Massakazu Makuta: A mobilização em rede envolve pessoas de diferentes territórios, contextos, experiências, expertises e prioridades, compondo um olhar coletivo mais amplo para lidar com situações complexas. Essa articulação permite acompanhar diferentes desdobramentos, reconhecer nossos pares e fortalecer a incidência política, aumentando as chances de que as vozes e mensagens da sociedade civil cheguem aos tomadores de decisão.
No que diz respeito à agenda de alimentação e clima, participar de espaços dessa natureza possibilita reposicionar ou reafirmar prioridades, interagir com outras organizações e coletivos convergentes e fortalecer alianças estratégicas. Também permite aprofundar as conexões entre os temas da agenda da Aliança, os territórios e o clima, de forma cada vez mais consistente e crítica.
Precisamos, por exemplo, compreender claramente que a isenção fiscal para agrotóxicos, refrigerantes e ultraprocessados agrava a crise climática, que, por sua vez, intensifica a insegurança alimentar e nutricional e o aumento da obesidade — um ciclo que retroalimenta a própria emergência climática. A sindemia global é uma realidade catastrófica, mas, ainda assim, é na coletividade que podemos esperançar e construir caminhos para superar essa lógica.
Fran Paula: Sem dúvida, esse momento da COP será muito importante. Não apenas para participarmos enquanto coletivo e rede de pesquisadores indígenas e quilombolas, mas também para fortalecer nossa atuação em rede com outras organizações e coletivos que debatem as pautas dos sistemas alimentares, da justiça socioambiental, da justiça climática e da luta antirracista.
É um momento de convergência e de confluência — como bem nos ensina nosso ancestral Nego Bispo —, de encontrar, escutar e dialogar para construir ações conjuntas também no pós-COP, fortalecendo nossa rede de pesquisa.
Esse processo também nos ajuda a reposicionar a missão e os objetivos da Aliança Científica Antirracista, contribuindo com o Brasil e com o debate sobre sistemas alimentares saudáveis, numa perspectiva contracolonial e metodologicamente ancorada nos territórios, que é a base do nosso trabalho.
A COP nos inspira a olhar para o pós-evento, para os próximos passos e encaminhamentos que impactarão as políticas socioambientais do país e as políticas de alimentação saudável e sustentável.
É um momento muito importante para a Aliança — nossa primeira COP enquanto rede —, e nossas expectativas são de sairmos mais fortalecidos, com alianças ampliadas e com muitas confluências pela pesquisa científica antirracista e pelos sistemas alimentares e de agricultura tradicional.
SOBRE OS ENTREVISTADOS
Fran Paula é quilombola do Pantanal de Mato Grosso, engenheira agrônoma e pesquisadora de sistemas agrícolas e alimentares sob uma perspectiva contracolonial, com foco em tecnologias e saberes ancestrais e na promoção da alimentação saudável. Também integra a Aliança Científica Antirracista e o Coletivo de Meio Ambiente e Agricultura da Conaq.
Glenn Massakazu Makuta é mobilizador de rede e de incidência política no Núcleo Gestor da Associação Slow Food do Brasil, integrante do núcleo gestor da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável e conselheiro do Consea Nacional.
Sobre a doação
Apoio para o projeto de diagnóstico dos sistemas agrícolas tradicionais em três territórios quilombolas ao longo de 12 meses, com o objetivo de apoiar o movimento quilombola na promoção de sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis. Por meio do apoio, a iniciativa visa criar uma rede de pesquisadores negros, quilombolas e indígenas para formar uma aliança antirracista que contribua para as etapas do projeto. Serão desenvolvidas metodologias participativas com uma abordagem decolonial, valorizando saberes e práticas ancestrais. O projeto incluirá oficinas de formação nas comunidades e debates com pesquisadores quilombolas, resultando na publicação de artigos e notas técnicas sobre a importância da agricultura quilombola para a saúde, alimentação e justiça climática.
Valor
Duração
Ano
Desde 2014, a ACT trabalha em defesa de políticas públicas e definições legais que evitem Doenças Crônicas Não Transmissíveis, o que engloba a promoção da alimentação saudável, das atividades físicas e o controle ao uso abusivo do álcool, do tabagismo e dos alimentos ultraprocessados.
Sobre a doação
Apoio voltado ao fortalecimento institucional da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, movimento formado por 150 membros e 40 organizações da sociedade civil, profissionais, associações e movimentos sociais que, por meio de ações coletivas, trabalham para o avanço de políticas públicas de segurança alimentar, nutricional e pela soberania alimentar no Brasil como forma de garantir o direito humano à alimentação adequada. O projeto busca fortalecer as ações de advocacy, políticas públicas e comunicação, ampliar a capilaridade da Aliança em outros estados e municípios e fortalecer organizações que atuem com agroecologia e agricultura familiar.
Valor
Duração
Ano
Sobre a doação
Apoio ao aprimoramento da capacidade de advocacy da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, especialmente no âmbito local, e fortalecimento da sua gestão participativa. Com este apoio a Aliança busca garantir a viabilidade de funcionamento de suas instâncias de tomada de decisão, realizar um programa de fortalecimento de habilidades interpessoais para o trabalho em rede, desenvolver e ofertar capacitações em advocacy no nível local, entre outras ações.
Valor
Duração
Ano
Sobre a doação
Apoio para o fortalecimento da gestão participativa, expansão e aprimoramento da incidência política da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável. Por meio do apoio, a iniciativa tem como objetivo: (i) garantir a viabilidade de realização das instâncias coletivas de tomada de decisão da Aliança; (ii) garantir apoio financeiro, administrativo e técnico-político a projetos protagonizados pelos núcleos locais e grupos temáticos da Aliança; (iii) garantir a manutenção do site e da transmissão de eventos virtuais da Aliança para comunicação com o público em geral.
Valor
Duração
Ano
Sobre a doação
Apoio voltado ao fortalecimento da atuação da Aliança como um importante coletivo para a defesa do Direito humano à alimentação adequada e na promoção de políticas públicas de alimentação saudável e regulação. O apoio permitirá a manutenção da secretaria executiva e da comunicação institucional, garantindo a continuidade das ações de advocacia, além do desenvolvimento de projetos temáticos que qualifiquem a atuação de núcleos locais e grupos temáticos. O objetivo é consolidar a Aliança como referência em políticas públicas alinhadas às suas pautas, ampliando o impacto de suas ações em diferentes agendas e níveis.
Valor
Duração
Ano