Anistia Internacional Brasil
A Anistia Internacional Brasil é um movimento global presente em mais de 150 países, que realiza campanhas para garantir a proteção dos direitos humanos. No Brasil, atua na defesa de defensores de direitos humanos, no enfrentamento ao racismo e à violência policial, na proteção de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, e na promoção da justiça climática, considerando seus impactos sobre grupos historicamente discriminados.
Por que doamos
A Anistia Internacional tem sinergia com a estratégia do Ibirapitanga, que busca consolidar políticas de reconhecimento, reparação e enfrentamento à violência racial. A organização tem ampliado sua atuação no combate ao genocídio da juventude negra e à violência do Estado, o que oferece ao Ibirapitanga uma oportunidade de se envolver de maneira articulada nessa agenda. O apoio à Anistia fortalece o ecossistema de organizações que trabalham conjuntamente no desenvolvimento de políticas reparatórias para famílias negras afetadas pela violência do Estado.
Doações
O Ministério tem que ser público
Sobre a doação
Apoio à iniciativa “O Ministério tem que ser público”, campanha de mobilização social voltada ao reconhecimento do papel dos Ministérios Públicos na redução da brutalidade e da letalidade policial contra jovens negros. O projeto prevê: (i) a documentação e publicação de informações sobre violência policial nos últimos dois anos; (ii) a construção e implementação de campanha de mobilização da mídia e da sociedade civil para ampliar a compreensão sobre o papel do MP no controle externo; (iii) a realização de ações de incidência junto a governadores, Procuradores-Gerais de Justiça dos seis estados prioritários (RJ, SP, BA, CE, PA, AP) e ao presidente do Conselho Nacional do MP.
Valor
R$ 200.000,00Duração
12 mesesAno
2024Apoio aos enviados à COP30
Sobre a doação
Apoio voltado ao fortalecimento da iniciativa “Enviados à COP30” e tem como foco ampliar a atuação das enviadas especiais Jurema Werneck (Equidade Racial e Periferias) e Denise Dora (Direitos Humanos e Transição Justa) na COP30, fortalecendo suas interlocuções com a sociedade civil. O projeto prevê a realização de seis plenárias presenciais em diferentes biomas brasileiros — Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa — para mapear conflitos socioambientais, identificar soluções locais e sistematizar demandas que contribuam para uma maior ambição climática, alinhada à equidade racial, de gênero e aos direitos humanos. Também contempla ações de incidência internacional durante a Semana do Clima da ONU, em Nova York, e no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.
Valor
R$ 200.000,00Duração
6 mesesAno
2025